A história diz que depois de sua morte, James Edwion Orr, professor da Faculdade Wheaton, levou alguns de seus alunos numa caravana à Inglaterra e visitaram a casa que John Wesley morava.
Ao lado da cama dele encontraram um tapete desgastado, com dois pequenos círculos. Eram os dois joelhos de Wesley. John Wesley orava tanto que fez marcas no tapete.
Ao deixar o local, o professor notou que faltava um aluno. Ele voltou, subiu as escadas e encontrou o aluno ajoelhado, orando: “Deus, faz de novo! Faz de novo em mim Senhor o que fizeste neste homem!”. O professor pôs a mão sobre o ombro do rapaz e disse: “Vamos, Billy, temos que ir embora”.
Billy Graham, como sabemos, foi o maior ganhador de almas do século 20, levado mais de três milhões de almas para Jesus em suas cruzadas evangelísticas. O Senhor fez de novo porque um ele ousou clamar por mais um avivamento.
Conta-se que John Wesley era tão cheio do Espírito Santo, que certa vez lhe perguntaram o que ele fazia para atrair as multidões nas ruas. Sua resposta imediata foi: eu me incendeio e as pessoas vem me ver pegando fogo.
Wesley se incendiava da glória do Espírito e isso fazia com que os pecadores se sentissem atraídos.
Por que não temos mais isso hoje?
Talvez seja porque não desejamos, como diria Leonard Ravenhill. Muitos são os que querem um púlpito. Mas onde estão aqueles que querem orar?
Deus ainda pode fazer de novo. Quais são os quesitos necessários?
Não são intrigas sobre Armínio e Calvino. Não são caches altos. Não são pregações antropocêntricas. São olhos molhados, joelhos dobrados e coração quebrantado!
Ah, faz de novo, Senhor. Precisamos! Vem e incendeia nossos corações! Aviva-nos! Encha-nos! “Faz a chama arder nesse povo!”
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