Há momentos em que o púlpito deixa de ser apenas um lugar de consolo e se torna um altar de confrontação.
A frase “pedófilo não é ungido” não é apenas uma declaração social é uma afirmação teológica.
Porque a unção, nas Escrituras, nunca foi um disfarce para o pecado, mas uma evidência de separação.
Aquele que é ungido por Deus carrega não apenas autoridade, mas também caráter.
Não apenas dons, mas temor.
Não apenas influência, mas santidade.
Quando a igreja se cala diante do abuso, ela não preserva a unção, ela a profana.
Porque o mesmo Espírito que unge é o Espírito que convence do pecado, da justiça e do juízo.
Proteger crianças não é uma pauta moderna.
É um princípio eterno do Reino.
Jesus não apenas acolheu os pequenos, Ele estabeleceu juízo severo contra quem os fere.
Chamar o pecado pelo nome não é falta de amor.
É a expressão mais pura dele.
Porque onde há trevas sendo expostas, há luz sendo estabelecida.
E onde a verdade é proclamada, o Reino de Deus está sendo defendido.
Silenciar é compactuar.
Mas se posicionar… é permanecer fiel.
Obrigado @helenaraquelofc