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sábado, 11 de julho de 2026

PORQUE AS LUTAS PARECEM QUE NUNCA PARAM... MAS TAMBÉM NǍO TE VENCEM?

PORQUE  AS LUTAS PARECEM  QUE NUNCA PARAM... MAS TAMBÉM NǍO TE VENCEM?

O mundo está em permanente conflito. Em alguns momentos, com intensidade moderada; em outros, em situações críticas — como nas grandes guerras registradas pela história, a exemplo das guerras mundiais ocorridas no século passado.

Essa realidade, na verdade, tem origem em um conflito interno que habita o coração humano desde o início de sua existência. Se olharmos para o passado, veremos que esses sempre existiram. Porém, esses conflitos que se manifestam exteriormente têm sua raiz no interior do homem. Mas qual é a origem desse conflito dentro de nós? De onde ele procede? A Bíblia nos dá a resposta.

Por mais que o que vou dizer possa ser alvo de zombarias — que me chamem de estúpido, sem instrução, ou incapaz de dar uma resposta satisfatória —, não me importo. Continuarei entendendo a minha história, e a de outros, à luz do farol da Bíblia. Ela é a Palavra do Deus eterno, e jamais passará. Como disse Jesus:
“Passarão os céus e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.” (Mateus 24:35)

A origem do conflito pelo qual todo ser humano passa desde que nasce neste mundo está registrada nas Escrituras Sagradas. Chamo sua atenção para este versículo:

“E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.”
(Gênesis 3:15)

Esta palavra, carregada de profundo significado, faz parte do juízo divino sobre o pecado dos nossos primeiros pais, quando todos os envolvidos naquele ato trágico foram levados ao julgamento de Deus. O Senhor declara sua sentença sobre Adão, sobre Eva e também sobre a serpente — aqui representando o mal, um símbolo de Satanás. Cada um ouve sua sentença, mas me deterei na que foi dada à serpente, pois é nela que encontramos a origem do tema que abordamos hoje.

Deus afirma que haveria inimizade (guerra, conflito) permanente entre a serpente e a mulher. A serpente representa Satanás e sua descendência, ou seja, aqueles que optaram por seguir o pecado, fazendo a vontade do seu pai, o diabo — como Jesus disse (João 8:44). Já a semente da mulher representa, em última instância, Jesus, que nasceu de mulher, humanizou-se e viveu debaixo da Lei como judeu (Gálatas 4:4). Também representa todos os que seguem ao Senhor e vivem para fazer sua vontade.

Esta é, sem dúvida, uma palavra de juízo, mas que também carrega uma profunda esperança: embora esse conflito seja uma questão existencial, um dia ele terá fim.

O texto afirma que a semente da mulher — nosso Salvador Jesus — esmagaria a cabeça da serpente, ou seja, feriria de morte o inimigo. E isso aconteceu na cruz, quando todo o inferno foi derrotado. O Cordeiro de Deus pagou o preço da redenção por todos os homens. Não há mais condenação para os que estão em Cristo (Romanos 8:1), e nem autoridade legal para Satanás para controlá-los.

Por outro lado, a serpente feriria o calcanhar da Semente da mulher. E isso se cumpriu profeticamente quando Jesus foi traído, julgado injustamente e crucificado. Ele foi ferido e morto — mas a morte não pôde retê-lo! Ele é o Príncipe da Vida, o Criador de tudo, e ressuscitou ao terceiro dia. Está vivo para sempre! Todos os que confiam nele têm a vida eterna e jamais morrerão — para a glória de Deus.

Ainda assim, uma pergunta pode surgir: por que a luta continua, se o diabo já foi derrotado?
É preciso compreender o desenrolar do plano divino ao longo do tempo.

Lembro-me de quando era criança, e morava próximo a matas nativas. Ali, não era raro encontrarmos cobras venenosas que picavam pessoas, causando graves consequências. Porém, com frequência, alguém esmagava a cabeça da cobra com um pedaço de pau ou uma pedra, mas mesmo com a cabeça esmagada, ela ainda se debatia por um tempo, oferecendo risco — até que, finalmente, morria.

Assim também é com Satanás. Na cruz, Jesus feriu de morte a cabeça da serpente. Ele foi ferido no calcanhar, mas venceu o
O mundo está em permanente conflito. Em alguns momentos, com intensidade moderada; em outros, em situações críticas — como nas grandes guerras registradas pela história, a exemplo das guerras mundiais ocorridas no século passado.

Essa realidade, na verdade, tem origem em um conflito interno que habita o coração humano desde o início de sua existência. Se olharmos para o passado, veremos que esses sempre existiram. Porém, esses conflitos que se manifestam exteriormente têm sua raiz no interior do homem. Mas qual é a origem desse conflito dentro de nós? De onde ele procede? A Bíblia nos dá a resposta.

Por mais que o que vou dizer possa ser alvo de zombarias — que me chamem de estúpido, sem instrução, ou incapaz de dar uma resposta satisfatória —, não me importo. Continuarei entendendo a minha história, e a de outros, à luz do farol da Bíblia. Ela é a Palavra do Deus eterno, e jamais passará. Como disse Jesus:
“Passarão os céus e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.” (Mateus 24:35)

A origem do conflito pelo qual todo ser humano passa desde que nasce neste mundo está registrada nas Escrituras Sagradas. Chamo sua atenção para este versículo:

“E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.”
(Gênesis 3:15)

Esta palavra, carregada de profundo significado, faz parte do juízo divino sobre o pecado dos nossos primeiros pais, quando todos os envolvidos naquele ato trágico foram levados ao julgamento de Deus. O Senhor declara sua sentença sobre Adão, sobre Eva e também sobre a serpente — aqui representando o mal, um símbolo de Satanás. Cada um ouve sua sentença, mas me deterei na que foi dada à serpente, pois é nela que encontramos a origem do tema que abordamos hoje.

Deus afirma que haveria inimizade (guerra, conflito) permanente entre a serpente e a mulher. A serpente representa Satanás e sua descendência, ou seja, aqueles que optaram por seguir o pecado, fazendo a vontade do seu pai, o diabo — como Jesus disse (João 8:44). Já a semente da mulher representa, em última instância, Jesus, que nasceu de mulher, humanizou-se e viveu debaixo da Lei como judeu (Gálatas 4:4). Também representa todos os que seguem ao Senhor e vivem para fazer sua vontade.

Esta é, sem dúvida, uma palavra de juízo, mas que também carrega uma profunda esperança: embora esse conflito seja uma questão existencial, um dia ele terá fim.

O texto afirma que a semente da mulher — nosso Salvador Jesus — esmagaria a cabeça da serpente, ou seja, feriria de morte o inimigo. E isso aconteceu na cruz, quando todo o inferno foi derrotado. O Cordeiro de Deus pagou o preço da redenção por todos os homens. Não há mais condenação para os que estão em Cristo (Romanos 8:1), e nem autoridade legal para Satanás para controlá-los.

Por outro lado, a serpente feriria o calcanhar da Semente da mulher. E isso se cumpriu profeticamente quando Jesus foi traído, julgado injustamente e crucificado. Ele foi ferido e morto — mas a morte não pôde retê-lo! Ele é o Príncipe da Vida, o Criador de tudo, e ressuscitou ao terceiro dia. Está vivo para sempre! Todos os que confiam nele têm a vida eterna e jamais morrerão — para a glória de Deus.

Ainda assim, uma pergunta pode surgir: por que a luta continua, se o diabo já foi derrotado?
É preciso compreender o desenrolar do plano divino ao longo do tempo.

Lembro-me de quando era criança, e morava próximo a matas nativas. Ali, não era raro encontrarmos cobras venenosas que picavam pessoas, causando graves consequências. Porém, com frequência, alguém esmagava a cabeça da cobra com um pedaço de pau ou uma pedra, mas mesmo com a cabeça esmagada, ela ainda se debatia por um tempo, oferecendo risco — até que, finalmente, morria.

Assim também é com Satanás. Na cruz, Jesus feriu de morte a cabeça da serpente. Ele foi ferido no calcanhar, mas venceu o

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