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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Atenção utilidade pública!!!

Há momentos em que o púlpito deixa de ser apenas um lugar de consolo e se torna um altar de confrontação.
A frase “pedófilo não é ungido” não é apenas uma declaração social é uma afirmação teológica.

Porque a unção, nas Escrituras, nunca foi um disfarce para o pecado, mas uma evidência de separação.
Aquele que é ungido por Deus carrega não apenas autoridade, mas também caráter.
Não apenas dons, mas temor.
Não apenas influência, mas santidade.

Quando a igreja se cala diante do abuso, ela não preserva a unção, ela a profana.
Porque o mesmo Espírito que unge é o Espírito que convence do pecado, da justiça e do juízo.

Proteger crianças não é uma pauta moderna.
É um princípio eterno do Reino.
Jesus não apenas acolheu os pequenos, Ele estabeleceu juízo severo contra quem os fere.

Chamar o pecado pelo nome não é falta de amor.
É a expressão mais pura dele.

Porque onde há trevas sendo expostas, há luz sendo estabelecida.
E onde a verdade é proclamada, o Reino de Deus está sendo defendido.

Silenciar é compactuar.
Mas se posicionar… é permanecer fiel.

Obrigado @helenaraquelofc

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