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domingo, 21 de setembro de 2025

Metáfora:

Metáfora:
“Uma construção pode ter paredes erguidas, janelas instaladas e até um telhado firme. Mas basta uma pequena brecha, quase invisível, para que a água da chuva penetre, a umidade se espalhe e, silenciosamente, os alicerces comecem a se corroer. O que parecia sólido começa a rachar, não por uma tempestade devastadora, mas por uma pequena abertura negligenciada.”

Reflexão pessoal:
Na vida, essas brechas são os espaços onde deixamos entrar aquilo que fragiliza nossa essência: a falta de limites, os ressentimentos não trabalhados, as palavras engolidas, o silêncio diante do que nos fere. Muitas vezes não é um grande trauma que nos abala, mas as pequenas permissões que vamos concedendo ao que nos destrói por dentro.
Cuidar das brechas é cuidar de si, fortalecer limites, reconhecer vulnerabilidades e reparar antes que a rachadura se torne ruína.

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