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domingo, 10 de setembro de 2017

Hoje é o dia mundial do combate ao suicídio.


Eu só quero fazer as pessoas pensarem q quando vc desfaz de uma pessoa seja filho, conjude, pais etc, vc faz a pessoa se sentir um lixo e insignificante vc insita o suicídio nessa pessoa por isso seja diferente respeite, elogie, apoie , incentive, ame abrace o mundo é cruel e vc nunca é o bastante pra agradar seu conjude, seus pais, seus amigos, as pessoas nos cobram o q nem elas são ou conseguiram conquistar, a criança não pensa em se matar + dependendo como ela é tratada plantam essa vontade nela, diga a seu filho o quanto ele é especial amado fica a dica
Lembrece ser é bem melhor do q ter nunca compare as pessoas somos unicos imagem e semelhança de Deus e lembre- se q Deus nos ama, se magoou peça perdão se foi prejudicado perdoe se esta deprimido peça ajuda as pessoas machucão + Deus tem cura para todas a feridas todos temos sicatrizes na alma mas Deus não nos da um fardo maior q nossas forças, lute não desista de viver nunca pois Deus não desiste de amar e acreditar no seu potencial ame-se, acredite vc pode vencer esse sentimento ruim afinal Deus te deu + um dia de vida pois vc tem muito a conquistar a ajudar e amar vc é util creia vc consegue vencer e delete o suicídio da sua vida.vc não é um projeto falido.se não fer certo hoje tente denovo amanha.
#+ amor proprio

CRIANÇAS DE 11 ANOS PODERÃO INICIAR TRATAMENTO PARA MUDANÇA DE SEXO, NA AUSTRÁLIA


Crianças de 11 anos poderão dar início ao tratamento hormonal irreversível para mudar seu sexo biológico sem a permissão de um tribunal sob um próximo caso de corte de família em Sydney.

O jornal 'Daily Mail' informou que cinco juízes do Tribunal de Família irão se debruçar sobre o caso que será ouvido pelo Tribunal Integral ainda este ano - a primeira vez que eles farão isso em 12 anos.

O caso foi apresentado pelo pai de uma adolescente de 16 anos, que nasceu do sexo feminino, mas se identificava como um garoto, já aos nove anos de idade, de acordo com o 'Daily Telegraph'. A adolescente, "Kelvin" mudou de escola para dar início à sua vida como garoto, usando uma faixa toráxica que disfarça os seios e participou do 'Encontro de Gays, Lésbicas, Bisexuais, Transgêneros e Intersexuais' e na Costa Central em 2014.

O tribunal já decidiu que Kelvin é "suficientemente competente" e entende inteiramente o que está envolvido no tratamento hormonal para mudança de sexo; no entanto, seu pai lançou o apelo para pedir ao tribunal que todo o processo seja interrompido. Se os juízes se pronunciarem a favor de Kelvin, as crianças que desejam passar por terapia hormonal só precisam da permissão de um dos pais ou responsáveis e um profissional médico para dar início ao tratamento.

Atualmente, para ter acesso ao tratamento conhecido pelo uso de hormônios bloqueadores da puberdade, as crianças não são mais obrigadas a comparecer ao tribunal, já que o processo foi considerado completamente "reversível". A segunda etapa do tratamento, com o uso de 'hormônios irreversíveis de afirmação de gênero', é o que será contestado.

Um relatório de junho do jornal 'Daily Telegraph' disse que uma análise dos julgamentos do Tribunal de Família a partir do início deste ano mostra que 10 crianças já receberam aprovação legal para iniciar o tratamento do "estágio dois" (irreversível) para permitir mudanças físicas.

Recentemente, o tribunal decidiu em favor da adolescente que agora se chama "Ashton", de 17 anos de idade, para se submeter a um tratamento para cumprir seus desejos de se tornar um homem, depois que a família falou sobre a "angústia de Ashton" em ter atributos femininos.

Os dados divulgados no início deste ano pelo Serviço de Desenvolvimento de Identidade de Gênero (GIDS) mostram que 1.986 crianças menores de 18 anos foram autorizadas a fazerem o tratamento especializado no ano passado (2016).

O professor da Universidade Western de Sydney, John Whitehall, que tem mais de 50 anos de experiência no tratamento de crianças, chamou aumento na transição de "tendência infecciosa" e exigiu um limite de idade de pelo menos 18 para que aqueles que afirmam ter disforia de gênero possam se submeter ao tratamento.

O professor Whitehall disse que é "irracional" esperar que as crianças compreendam a gravidade das decisões desta complexidade que estão tomando em uma idade tão jovem.

"Não é razoável esperar que as crianças e adolescentes tenham uma imagem completa de onde eles querem estar em sua vida futura, especialmente crianças que ainda não chegaram à puberdade. Esta é uma tendência infecciosa, uma moda perigosa. Os tribunais têm que deixar de mexer com os nossos filhos até que eles tenham pelo menos 18 anos, porque uma vez que você muda, é irreversível", alertou.

Ele pediu uma abordagem de "espera vigilante", argumentando que uma grande maioria das crianças que simplesmente questionam seu gênero podem ser levadas a reverter seu sexo biológico durante ou antes da puberdade.

"Eu acho que é uma moda perigosa, uma tendência de moda comportamental perigosa, alimentada pelos ideólogos e alimentada pela mídia", disse ele, acrescentando que ele está preocupado com programas como o 'Safe Schools', que promove a 'fluidez do gênero' e estão causando uma pressão extra sobre as crianças para mudarem de gênero ou sexo.

"Até mesmo a decisão de fazer a chamada 'transição social' tem consequências", disse ele. "Isto condena a criança. É muito difícil voltar disso", acrescentou.

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É IMPOSSÍVEL SER FELIZ AO LADO DE QUEM RECLAMA DE TUDO



Existem pessoas que nunca parecem estar bem, uma vez que jamais passam um dia sem enxergar problemas pela frente. Se estão em férias, sentem-se entediadas; se estão trabalhando, vivem cansadas; se estão viajando, reclamam do hotel; se estão bem de saúde, alguma preocupação perturba.

Por mais que saibamos que a felicidade praticamente depende de nós mesmos, de como encaramos a vida, os fatos, os dias e suas atribulações, tem gente que parece ter o dom de impedir a paz de quem estiver ao seu lado. Se já é difícil mantermos certa serenidade nesse mundo violento de hoje, em que crises econômicas pipocam aos quatro cantos e o trabalho nos toma muito tempo e energia, torna-se quase impossível sorrirmos perto de pessoas que só reclama e criticam, e pior, em voz alta.

Existem pessoas que nunca parecem estar bem, como se nada pudesse satisfazê-las, uma vez que jamais passam um dia sem enxergar problemas pela frente. Se estão em férias, sentem-se entediadas; se estão trabalhando, vivem cansadas; se estão viajando, reclamam do hotel; se estão bem de saúde, alguma preocupação perturba. Sempre se sentem incomodadas com alguém que dizem lhes tratar mal, com o chefe que dizem ser deseducado, com o amigo que dizem ser ausente.

Da mesma forma, nada do que dissermos ou fizermos por elas surtirá algum efeito positivo, nada terá o poder de retirar-lhes do círculo vicioso das lamúrias e da infelicidade constantes. Por mais que tentemos, por mais que mostremos o lado bom das coisas e/ou das pessoas, nada as convencerá de que muitas causas de suas queixas infinitas encontram-se nelas mesmas. Estão por demais acostumadas a olhar somente para fora de si, com olhos negativistas, portanto, voltar o olhar para si será uma tarefa impossível.

Isso não quer dizer que não devamos tentar ajudar quem esteja perdendo o que a vida tem de bom, de tanto que carregam olhares ruins, tampouco nos impede de tentar compreender que aquele comportamento certamente possui um histórico pessoal difícil. Não podemos julgar as pessoas somente pelo que vemos hoje, pois elas já passaram por muita coisa até então, ou seja, conforme o grau de nossa proximidade com elas, cabe-nos orientá-las nesse sentido.

Mesmo assim, caso não consigamos promover mudança alguma no comportamento do outro, caso ele mantenha uma postura pessimista, reclamando e se lamuriando além da conta, isso acabará por interferir na nossa vida, pois é praticamente impossível conseguirmos sorrir ao lado de alguém negativo demais. Daí a importância de mantermos ao nosso lado gente do bem, gente positiva, gente que luta, para que não desistamos de buscar a felicidade, para que nossos sonhos não sejam neutralizados pela negatividade de ninguém.

Setembro amarelo: estudo inédito sobre suicídio mostra que o tema ainda é tabu nas redes sociais

No mês dedicado às questões sobre o suicídio, levantamento identifica diferentes comportamentos nas redes sociais sobre o tema

 

O suicídio ainda é grande tabu em pleno século 21. De acordo com o Centro de Valorização da Vida (CVV), a partir de dados do Mapa da Violência, 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, ou uma a cada 45 minutos, o que faz do país o oitavo com mais suicídios do planeta. São quase 800 mil vítimas por ano. "Para cada caso, são pelo menos outras 20 tentativas. Ou seja, quase 20 milhões de pessoas podem não conseguir se matar, mas tentam. Não é de espantar que, mesmo que a mídia não fale sobre isso, e há muito temor na abordagem do problema, ele está sendo discutido pelas pessoas na internet, especialmente nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp", explica Bia Pereira, coordenadora do estudo sobre monitoramento de suicídio nas redes sociais, realizado pelo projeto Comunica Que Muda, da agência nova/sb, especializada em Comunicação de Interesse Público. Confira detalhes do dossiê exclusivo para Marie Claire:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADADE

O que de principal o estudo apresenta?
O tema suicídio é completamente tabu e tratado perifericamente nas redes. Constatamos isso no levantamento que resultou no nosso dossiê. Sem um debate sério, informativo, as pessoas falam do suicídio, mas de maneira superficial, banalizada. Nós avaliamos 1.230.197 menções entre os meses de abril e maio de 2017 nas principais redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e YouTube). A maior parte delas (52,8%) eram neutras, ou seja, sem um posicionamento claro na postagem. As menções positivas, quando a pessoa demonstrou uma conscientização sobre o tema, somaram 28,8%. Já as negativas, que são mensagens preconceituosas, que reforçam o estigma, incentivam o suicídio ou demonstram falta de conscientização, ficaram com 18,4% do total – ou seja, quase 20% das pessoas que tratam do assunto suicídio o reforçam de forma negativa. Isso inclui piadas e chacotas. Foi por isso também que decidimos levar o tema suicídio para as redes sociais e o blog do Comunica que Muda, a iniciativa  pioneira de comunicação de interesse público da nova/sb, há mais de 10 anos no ar.

Com os suicídios poderiam ser evitados?
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 90% dos suicídios podem ser prevenidos. O CVV e outras iniciativas de apoio têm feito um trabalho magnífico. Mas é preciso encarar a questão dos problemas relacionados à dor, sofrimento, solidão e doenças como ansiedade e depressão fora da caixa do preconceito. A saúde mental precisa ser encarada sem os estigmas que se cristalizaram na sociedade. As pessoas precisam não ter vergonha de pedir ajuda, buscar tratamento, fazer terapia. Quando a gente fica gripado ou sente dor física, toma medicamentos. Por que tomar um remédio para uma doença mental é vergonha? E é aí que entra a comunicação de interesse público: ao esclarecer, informar e trazer à tona o tema, a gente ajuda no trabalho de prevenção e a diminuir o preconceito.
Ouvindo diversos especialistas, a nova/sb descobriu que, no Brasil, separando-se por faixas etárias, os idosos apresentam as maiores taxas, com oito suicídios para cada 100 mil habitantes. A causa mais comum, com aproximadamente 70% dos suicídios nessa fase, é a depressão, muitas vezes não diagnosticada ou tratada inadequadamente. Psicoses e abusos de drogas, principalmente o álcool, também estão entre os motivos mais frequentes.
Entretanto, é entre os jovens que as taxas apresentaram o maior crescimento, de 2002 a 2012, o que preocupa bastante.

O que precisa ser feito para reduzir o número de suicídios no Brasil?
Claro que o tratamento e a prevenção é algo que precisa ser abordado por especialistas, do ponto de vista terapêutico. Mas a comunicação pode, sim, colaborar com a saúde como uma ferramenta. É inegável o seu poder de modificar comportamentos. Foi o que aconteceu com a Aids e o cigarro. As campanhas de prevenção à saúde, o debate na mídia, as reportagens, foram fundamentais para difundir o uso da camisinha, evitar o fumo em locais fechados, entre outras conquistas que inicialmente pareciam inalcançáveis.

Segundo o estudo, por que as pessoas ainda se mantém neutra com relação ao assunto: (52,8%)?
Isso ocorre muito por falta de informação. Muitas vezes, as menções são muito superficiais e sem a conscientização necessária que o tema requer. Além disso, apesar da gravidade da questão, não é um tema que se tenha muitas informações o tempo todo para alimentar discussões de alto nível. Ao contrário, com o debate empurrado para debaixo do tapete, aumenta-se o preconceito. Um exemplo foi o que aconteceu quando o suposto jogo virtual, na verdade um crime virtual, o Baleia Azul, foi tema de conversas nas redes. As vítimas eram ironizadas, desqualificadas. E, infelizmente, isso acontece quando se fala de outros temas relacionados como a depressão.

Você acredita que a série "13 reasons why" ajudou ou prejudicou na divulgação do tema?
Sem dúvida a série ajudou na divulgação do tema, já que gerou um número alto de menções sobre suicídio, além de outros temas importantes, como bullying e machismo. Por exemplo, quando isolamos apenas as menções relacionadas à série, temos 60,9% de comentários positivos, 26,2% neutros, e 12,9% negativos. Isso mostra como o debate sobre a série levou a uma maior conscientização nas redes. Embora os especialistas tenham criticado a cena do suicídio e que durante a série parecia não haver outra saída.

O fato da baleia azul ter sido buscada no google, inibiu possíveis suicídios?
É difícil afirmar isso. Mas o mais importante é que ninguém é culpado por um suicídio. O suicídio tem sido tabu por um longo tempo e as taxas continuam crescendo. Não falar não está ajudando. Não tratar um problema não faz com que ele desapareça. Ao contrário, apenas permite que cresça no escuro. Por isso, precisamos derrubar esse tabu. Precisamos, sim, falar abertamente sobre o suicídio.